Tag Archives Ana Blinder

Ela não poderia faltar em um momento histórico. A filha do CEO do B&B prova que existe evolução da espécie. Ana trabalha, nas horas vagas, no Instituto Blinder&Blainder desde os tempos em que ele estava hospedado em VEJA.com. Os veteranos se lembram da Ana, ainda adolescente, escrevendo assim que foi aceita na University of Pennsylvania. A residência eleitoral de Ana ainda é Filadélfia.  Boa leitura. Sorry, em inglês. She could not miss this historic moment. The daughter of the B&B’s CEO proves that the evolution of the species does exist. Ana has contributed since I was working for VEJA.com. The old-timers remember her work when she was still a teenager at UPenn. She still votes in Philadelphia. Good reading! *** […]

Dear friends, queridos amigos: Ana, my daughter, is running for a good cause, running against the clock. I appreciate your support, seu apoio. Here, you will find the link!  

A coluna nesta semana foi devotada a assuntos áridos, de refugiados no sudeste asiático às ruínas no Oriente Médio. Então, vamos ser coerentes e terminar com a dica de um texto denso, mas importante, sobre o estado do mundo, no esforço pretensioso de George Friedman, o guru da empresa de consultoria geopolítica Stratfor. No meu brevíssimo apanhado, eu destaco que Friedman desenha um cenário de desestabilização na vasta massa de terra eurasiana (entendida como Europa e Ásia juntas), enquanto o arquipélago asiático e o hemisfério ocidental se encontram em uma situação relativamente estável. É possível fazer uma regressão infinita para tentar entender a causa da desestabilização. A opção de Friedman é começar com a última mudança sistêmica vivida pelo mundo: […]

O clã Pajar Blinder, do Pacífico ao Atlântico, está simplesmente inflado de orguho. A ala Pajar é a filipina e a Blinder, a brasileira. Neste domingo, será a formatura na Upenn, em Filadélfia, de Ana, a filha mais nova de Caio e Alma. Ana é figura familiar de leitores aqui na coluna, especialmente graças aos textos que ela escreveu em 2014 na época da Copa do Mundo. No entanto, o chute inicial de Ana aqui no Instituto Blinder & Blainder foi em 26 de janeiro de 2011, quando ela foi convocada para escrever um texto de apoio para a coluna que eu havia escrito a respeito de um livro muito comentado na ocasião nos EUA. Para celebrar a formatura da […]

Na segunda-feira, eu escrevi coluna atrasada (e por travessura) sobre as perspectivas em 2015 (na verdade, a mãe da matéria foi o grupo Bloomberg). Continuo na vereda, trazendo o cenário de perspectivas da empresa de consultoria de risco Eurasia, um material mais denso e que deve ser lido com mais atenção do que o anterior, em particular pelas menções a “fracos governantes”, como Dilma Rousseff. De novo, o relatório Eurasia, como no caso da Bloomberg, veio mastigadinho. E quem está muito interessado? Investidores globais. O relatório Top Risks identifica as tendências geopolíticas e políticas mais desafiadoras neste ano, assim como os temas que, apesar de tanta atenção da mídia, não devem representar riscos significativos de instabilidade em 2015. Eu fico […]

Para os amantes de um assunto tão árido como relações internacionais, a pensata de Philip Stephens no Financial Times é excitante. No coração da pensata está o homem forte. Este foi o ano dele: do russo Putin, do chinês Xi Jinping, do egípcio Sisi e do turco Erdogan. Aqui estão citados os autoritários, mas na galeria podemos incluir alguns sem inclinação para subverter a ordem liberal constitucional como o japonês Abe e o indiano Modi. É uma turma mais conectada com conceitos de nacionalismo e de ego enraizados em épocas passadas. São conceitos abandonados por uma Europa pós-moderna (pós-Segunda Guerra), que aprendeu tantas lições com os riscos e as trevas causadas por revanchismo, revisionismo histórico e restauração de velhas glórias. […]

A dança no salão geopolítico global é complexa, dois pra lá, dois pra cá, com aqueles três, Barack Obama, Xi Jinping e Vladimir Putin. Elis tinha razão na insinuante canção de João Bosco e Aldir Blanc: “No dedo um falso brilhante Brincos iguais ao colar E a ponta de um torturante Band-aid no calcanhar…” Verdades e falsidades na dança contínua. A imagem do galante Vladimir Putin correu o mundo. Em Pequim, o presidente russo colocou a manta sobre a primeira-dama chinesa Peng Liyan (rapidamente removida) enquanto o maridão Xi Jinping conversava com Barack Obama. Dias antes, Putin fechara um acordo de gás com Xi Jinping, em mais um passo asiático, esnobando a velha Europa. Putin fazia galanteio em Pequim enquanto […]

  Há quase três anos (19 de setembro de 2011), eu publiquei o texto abaixo, um texto didático, explicando os motivos para o Brasil estar no centro do palanque das Nações Unidas. O texto também apresentava um quadro desolador da crise entre Israel e palestinos. Em julho de 2014, está patente como as coisas afundaram ainda mais no poço do Oriente Médio e da diplomacia brasileira. Está ainda mais difícil  enxergar o anão diplomático brasileiro devido a mais este vexame oportunista de condenar Israel por suas ações em Gaza, enquanto o governo (este e o anterior) é pródigo para ser cúmplice de gigantes ditatoriais pelo mundo afora, enxergar de forma complacente grupos terroristas como o Hamas e atuar de forma […]

Os leitores precisam confiar em mim, pois as reportagens, contos e cartuns da obrigatória revista The New Yorker (um dos meus bagels) são em geral apenas para assinantes ou compradores do exemplar.  Na edição corrente, o editor David Remnick escreve 21 páginas sobre Barack Obama. Para quem tiver sorte, aqui está a trolha. São as reflexões, e sendo Obama, as frustrações e muxoxos, do presidente. Material obviamente muito amplo, mas meu foco aqui será política externa, especialmente por se ajustar ao tema da coluna de quarta-feira. Remnick, um texto primoroso na imprensa e também como autor de livros, publicou em 2010 sua biografia de Obama, A Ponte (pode ser um dia nome também da biografia de Chris Christie). Remnick é […]

Dia de trazer guru para a coluna. Hoje não é o Jeffrey Goldberg, mas o Gideon Rachman, do Financial Times. Ele escreve que o slogan não oficial do Fórum Econômico Mundial, em curso esta semana em Davos, na Suíça, é “America is back”. As previsões de que a economia americana irá crescer 3% em 2014  -e levando em conta as preocupaçoes com os mercados emergentes- fazem com que a elite global em Davos seja um bloco mais animado com os EUA pela primeira vez em anos. A animação geopolítica sobre os EUA não é mesma, exceto entre russos, iranianos, sírios do A (Assad) e Hezbollah. Prefiro não colocar a China neste bloco, pois a superpotência ascendente está em um outro patamar, em  uma […]

Close
SiteLock